Meu meste. Meu Padrinho. Meu avô. O homem que, bravamente, supriu a imensa lacuna de não ter um pai presente na minha infância. O homem de quem não pude me despedir porque estava "presa" na casa do homem que socialmente sempre chamei de pai, mas que num imenso ato de amor e gentileza, se despediu de mim em sonho, na noite que se foi. O maior choro que calei na infância. Das maiores saudades que carrego comigo. Foi ele quem me ensinou o verdadeiro significado da palavra pai. Foi ele quem me deu o Ponce que carrego com tanto orgulho. É ele quem celebro num dia como hoje.
11 de agosto de 2013
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