é... mas a bebida é processo e eu sou de impulsos. A bebida, depois de um gole, o medo bate e recuso os outros... O pó não, o pó, quando vou pensar, já foi...
E quer saber? Sim, ele me fez feliz aquela noite. Ele me fez dançar, cantar, gritar e não temer qualquer julgamento. Ele me fez te olhar de longe e não me aproximar. E mais, ainda me deu forças pra virar as costas e seguir, por mais que estivesse desmontada por dentro quando você me julgou.
Mais uma vez te agradeço. Dessa vez, por ter me dado essa idéia. Não fosse você (em muitos sentidos), eu nunca pensaria nisso...
Amor,
4 de novembro de 2010
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sei da minha força, Lu, mas também sei das minhas fraquezas ao não me permitir usá-la. Brigada por tudo, do fundo do coração!
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